Reino: Animalia
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Classe: Reptilia
Ordem: Squamata
Família: Pythonidae
Género: Python
Espécie: Python Regius
Nome comum: Pitão Bola
Distribuição:
Espécie endémica do continente Africano. Esta espécie é a mais pequena pitão do continente Africano e a mais popular como animal de estimação.
Tamanho em adulto:
Em adulto, as fêmeas raramente ultrapassam 1 metro de comprimento, sendo que por vezes poderão chegar a 1,20m. Os machos atingem entre 80 e 90cm de comprimento. As fêmeas ficam sempre mais robustas do que os machos.
Descrição:
As Pitão Régius são animais normalmente dóceis, de fácil manuseio e pouca actividade, ainda que conhecidas pelos "problemas" que costumam causar com a alimentação, recusando várias vezes alimento, especialmente no período do Inverno.
Esta espécie é talvez das espécies onde se podem ver mais mutações. A mutação original, é um padrão em tons de castanho escuro e preto com a barriga branca. No entanto há mutações que vão desde o totalmente branco neve, até ao quase totalmente preto, passando por cores como o amarelo, prateado, caramelo, com um padrão mais carregado, ou com riscas finas quase inexistentes, ou até mesmo sem padrão algum.
Longevidade:
Tal como uma grande parte das serpentes, duram à volta de 20 anos.

Temperamento:
Tal como referido anteriormente, são animais dóceis, de muito fácil manuseio, não requerem grandes espaços a nível de cativeiro, pois a sua actividade é bastante reduzida, preferindo a segurança da toca à exploração do ambiente que a rodeia.
Tal como com outras serpentes mais tímidas, também há as que reagem agressivamente ao manuseio, por norma mais relacionado com uma atitude defensiva associada ao medo, do que agressividade "pura". A reacção ao medo mais característica desta espécie, e daí o nome "Pitão Bola", é a serpente enrolar-se sobre ela mesma, com a cabeça no centro de modo a protegê-la e assumindo o formato de uma bola.
Terrário:
Esta é uma espécie que, apesar de não requerer grandes espaços para exploração, necessita de algumas condições mínimas para uma vida saudável. O terrário deve ser construído sob o comprido, e não em altura pois elas raramente trepam, e deverá, para uma serpente adulta, ter no mínimo 70cm de comprimento, por 50 de profundidade, e não necessitará mais do que 40cm de altura.
Deverão existir ainda 2 esconderijos, um na zona quente e outro na zona fria. Os esconderijos deverão ser adequados ao tamanho da cobra, de modo a que aquando no esconderijo, o seu corpo toque nas paredes do mesmo, pois só assim se sentirá segura.
Troncos e folhagem artificial, vão ajudar a criar um bom ambiente para a serpente.
O substracto aconselhado, ou mais usado, enquanto jovens é sempre o vulgar papel de cozinha, em adultas pode-se usar aspen.
Aquecimento
O aquecimenro deverá ser feito através de tapete ou cabo no fundo do terrário. Deverá ter 1/3 do terrário com temperaturas na ordem dos 32º como zona denominada "quente", e cerca de 25º na "zona fria".
Alimentação
Esta espécie em cativeiro alimenta-se sobretudo de roedores. Enquanto jovens é usual usar pinkies de mus musculus, passando para pinkies de ratazanas até chegar à ratazana semi adulta. O peso das presas deverá ser entre 10% e 20% do peso da serpente.
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